De onze ilhas a um continente



No início do governo Bolsonaro, apresentei duas conjeturas sobre o STF. A primeira era que o seu suposto hiperprotagonismo ainda estava por vir, porque era em larga medida epifenômeno da agenda do governo e de eventos externos (escândalos de corrupção etc.). A previsão feita foi que “o STF terá enorme protagonismo no governo Bolsonaro. Será o ator com efetivo poder de veto sobre a agenda iliberal do governo: contrariando iniciativas na área comportamental e de segurança pública e coibindo abusos e violações da separação de Poderes. Essas pautas do governo encontrarão uma virtual unanimidade antagônica no STF”.
Leia mais (05/31/2020 – 23h15)

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