De arremedo a panaceia



Rafael, 7, mal chegava na escola e já corria para combinar o jogo de bafo com os colegas. Na roda de boas-vindas, não conseguia esperar sua vez para contar o que tinha feito no fim de semana. Era ávido pelos olhares e elogios vindos dos professores, qualquer pista de que fosse considerado inteligente e querido. O intervalo passava voando, com a pressa de brincar e a torcida para que os pais tivessem colocado alguma surpresa no lanche. Quando batia o sinal, corria para os braços de quem o buscasse, suado e cheio de novidades para contar. Dormia no caminho de volta para casa, tão exausto que estava. Ao longo do dia, quase sem perceber, aprendia a ler, escrever, contar, refletir, responsabilizar-se.
Leia mais (07/06/2020 – 23h15)

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