Covid-19, experiências e expectativas, e o consultório do neurologista.



Quando o novo coronavírus estava prestes a estrear suas tragédias nas terras brasileiras, tínhamos dúvidas e receios. Tais quais as que fomentávamos em 2009, em instantes preliminares à epidemia da gripe H1N1. Sobre nossas cabeças, transitava uma aflita ansiedade sobre o mal que se aproximava e qual sorte de problemas traria. Nós, os seres que se esbarram em corredores hospitalares, sem certezas, especulávamos sobre diversos cenários possíveis que nos aguardavam, às vezes pessimistas, outras nem tanto. Suspeitávamos que médicos não envolvidos diretamente no enfrentamento às infecções respiratórias ficariam ociosos, já que os leitos de internação seriam tomados por quem sofresse da infecção.
Leia mais (04/10/2020 – 01h00)

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