Copa feminina termina com gritos por igualdade de pagamentos



Estádios quase sempre cheios, recordes de audiência nas TVs de vários países e cobertura intensa da mídia compõem um cartão postal vistoso da Copa do Mundo da França, encerrada neste domingo (7), com o tetracampeonato dos EUA.

Os ganhos em termos de interesse e repercussão, porém, não escondem uma incômoda estagnação no quesito remuneração. Para além dos cantos entusiasmados das torcidas (do “Allez les Bleues” dos anfitriões ao “Go West” holandês), foram as palavras de ordem “Equal pay! Equal pay!” (pagamento igual), ouvidas logo após a final, o verdadeiro refrão deste Mundial.

Em entrevistas ao longo do último mês, jogadoras de várias seleções insistiam na necessidade de diminuir ou mesmo extinguir por completo o abismo salarial entre atletas homens e mulheres.
Leia mais (07/07/2019 – 18h05)

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