Com nova onda de Covid-19, Israel avalia limitar aulas presenciais após abre e fecha



Israel reagiu bem à primeira onda do novo coronavírus. Fechou rapidamente as fronteiras e estipulou um “semi-lockdown”. As 25 mil escolas e jardins de infância do país foram fechadas em 12 de março, logo após o feriado de Purim (espécie de Carnaval judaico). Em dois meses, registrou menos de 300 mortes e a maior parte dos 20 mil infectados estava curada.

Entusiasmado com o sucesso das medidas, que levaram à queda quase total de novos casos em meados de maio, Israel foi um dos primeiros países a reabrir as escolas no dia 17 daquele mês, enviando mais de 2,4 milhões de aluno de volta às aulas com inúmeras restrições e regras de higiene e distanciamento social.
Leia mais (08/07/2020 – 17h08)

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