China na Europa: parceiro ou rival?



?Em Kirkenes, no Ártico norueguês, com a Rússia e a Finlândia como vizinhos, vivem apenas cinco chineses. O dono do restaurante Xangai, a sua mulher, o cozinheiro e duas mulheres que casaram com noruegueses da terra. Mas em fevereiro a cidade descreveu-se como a “Chinatown mais a norte do mundo”. Em Komarna, uma aldeia em colina íngreme da Croácia, junto ao Adriático, a população local de cento e poucas pessoas mais do que dobrou, do dia para a noite, com a chegada de trabalhadores chineses. Em poucos anos, depois da crise econômica que abalou a Europa, os investimentos chineses cresceram. Do norte ao sul do continente. Nesses anos, Kirkenes passou a sonhar com um porto gigantesco, que vai ser o ponto de chegada da navegação da China pelo Ártico, quando o degelo o permitir. E Kormana vê nascer uma ponte que pretende sarar as feridas da guerra da ex-Iugoslávia, ligando o país (Croácia) ao enclave croata de Dubrovnik, sem as cercas da fronteira com a Bósnia-Herzegovina.
Leia mais (09/28/2019 – 08h00)

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