CDL vai pedir que Ministério Público permita que o comércio continue aberto


A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) vai enviar na próxima segunda-feira (10), um ofício ao Ministério Público (MP) solicitando que o comércio da capital possa permanecer aberto. Na última sexta-feira (7), o MP recomendou que a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) siga o programa de flexibilização Minas Consciente. Como a capital está enquadrada na onda vermelha, com altas taxas de contaminação e ocupação de leitos, a cidade teria que fechar as atividades não essenciais imediatamente.

A prefeitura, que autorizou a reabertura nesta semana, tem até o dia 12 para se manifestar, caso contrário, o caso vai parar na Justiça.

Na avaliação do presidente da CDL, Marcelo de Souza e Silva, antes de mandar fechar o comércio novamente, o MP precisa considerar dois pontos: a redução na velocidade de transmissão do coronavírus, e a inclusão de leitos de UTI da rede suplementar para o tratamento da Covid-19. “Por causa dessa medida, que já deveria ter sido tomada há mais tempo, os índices de ocupação de leitos de UTI estão em queda e devem continuar caindo”, diz Silva.

De acordo com o presidente da CDL, mais de 7.000 empresas já foram fechadas, com 25 mil demissões. “O comércio não suporta mais este sacrifício. E ainda temos que lutar pela reabertura de outros setores que estão há quase 150 dias fechados, como bares, restaurantes e academias. É importante que o Ministério Público leve em consideração a situação das pessoas que estão impedidas de trabalhar”, afirma Silva.

Por meio de nota, a PBH afirma que vai analisar a situação e enviar uma resposta ao Ministério Público. 

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