Brasil mantém espaço, mas precisa se adequar ao mercado europeu

Em seu prognóstico para os próximos dez anos, a União Europeia prevê uma redução na área de plantio, melhor aproveitamento do solo e um pequeno ganho no volume produzido.

No setor de proteínas, as carnes bovina e suína perdem espaço, mas a de frango ganha. O consumo anual de carnes deve recuar para 67,6 quilos per capita em 2030, uma queda de 1,1 kg em relação ao atual.
O Brasil vai continuar inserido no mercado europeu, mas pode perder espaço se não se adaptar às novas exigências dos consumidores do continente.

Não dá mais para pensar que “eles têm de comer em nossas mãos”, um dogma difundido nos últimos anos no Brasil, diante de algumas exigências de mudanças europeias no sistema de produção nacional.

O estudo da Comissão Europeia prevê que 10% da área a ser utilizada no plantio de grãos será para a produção de produtos orgânicos. Os europeus vão manter uma dependência da importação de grãos para a composição das rações, mas essas compras vão exigir, cada vez mais, produtos não geneticamente modificados.
Leia mais (12/23/2020 – 23h15)

Fonte do link

Compartilhe:

Comentários