Bolsonaro presidente. E agora?

0
6
Gostou do post?



Nas últimas eleições, os brasileiros deram, nas urnas, um recado insofismável: queremos mudança; não aceitamos mais governantes envolvidos em corrupção; não admitimos mais um sistema político baseado em troca de interesses. Nossa sociedade, em sua maioria cristã, também advertiu: os valores cristãos têm, sim, importância no cotidiano da nação. O povo, do mesmo modo, anunciou: não suportamos mais essa violência generalizada; queremos paz nas ruas e o desbaratamento do crime organizado. 

A nação brasileira deu ainda outro sinal claro: o país precisa mudar, de forma radical, a sua economia, especialmente no que diz respeito à carga tributária imposta à pessoa física e ao empresariado, pois isso tem impedido o progresso das empresas e, por conseguinte, diminuído a oferta de empregos –milhões de pessoas aguardam, ansiosamente, por uma vaga no mercado de trabalho. Além disso, é preciso que haja uma mudança drástica nos processos burocráticos, pois nenhum país consegue crescer com tantos entraves administrativos e com toda essa “papelocracia”. 

Outro recado claro foi posto nas urnas: estamos todos no mesmo barco; se a economia afundar, afundamos todos — empregados e empregadores. Por essa razão, a nação também espera que Bolsonaro enxugue a máquina pública e faça todas as reformas necessárias. O povo entendeu que é preciso lançar um olhar patriótico sobre o país, e isso implica fazer sacrifícios em prol de um projeto de reconstrução nacional.

Por entender que existem pontos positivos em Bolsonaro, o povo o elegeu: além de ser um homem íntegro, o presidente não abriga em si ganância política de qualquer natureza — o novo presidente não pretende perpetuar um projeto de poder. Como militar, Bolsonaro foi treinado para amar a pátria e a lutar por ela. E é disso que precisamos neste momento: devoção ao país e defesa de interesses suprapartidários. 
Leia mais (12/25/2018 – 02h00)

Fonte do link

Comentários no Facebook