Bolsonaro destrói até o futebol



Antigamente, ali pelos anos 1970/80/90, fazer uma revista semanal de futebol como a Placar era um desafio.

Além da concorrência brutal dos jornais, com seus cadernos de esportes, principalmente às segundas-feiras, ainda havia a intensa programação das emissoras de rádio, na hora do almoço, antes e depois do jantar. E, é claro, das tevês.

Nem eram, no entanto, os jornais, as rádios e as tevês os maiores problemas da revista. Eram os cartolas. Campeonatos com regulamentos ambíguos, decisões absurdas das federações e da CBF constantemente iam parar na Justiça, primeiro na esportiva, depois na comum, e jogos eram adiados, decisões de torneios iam para o tapetão.
Leia mais (06/27/2020 – 18h00)

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