Domingo tem Black na Lage em Nova Contagem

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BLACK NA LAJE 2018| convida John Sapiens 

Dia 29/07- domingo

Hora: 14h ás 17h

Local: Rua Maria José Chiodi-Nova Contagem/  Contagem- em frente ao restaurante popular 

Black na Laje abre temporada 2018 

 

Primeira edição do projeto promove a fusão entre funksoul e o rap em Contagem. A iniciativa convida artistas locais para gravação de videoclipe, single inédito em estúdio e para show na comunidade.

 

 

O Black na Laje, idealizado pela banda de funksoul Black Machine, abre a temporada de 2018 com força total. Para a primeira edição do ano, o grupo  convida o cantor e compositor John Sapiens para um encontro na Rua Maria José Chiodi, em Nova Contagem, dia 29 de julho, entre 14h e 17h. A entrada é franca. O projeto foi contemplado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura e patrocinado pelo Natura Musical.

 

O convite para gravação de um videoclipe e apresentação do show partiu da grande influência do rap no município.  Morador da região, o artista faz críticas sociais, políticas e passa mensagens de resistência em suas letras. “A música que trabalhei junto a equipe do Black Machine, ‘Vivendo a Vida’, carrega mensagens de força, amor e persistência”.

 

O artista relata que o trabalho impulsiona as manifestações culturais locais, e que é uma importante ferramenta de identidade e resgate. “A equipe do Black Machine é muito profissional, engajada e centrada.  São pessoas que fazem o projeto com prazer. Sinto-me honrado por participar desta iniciativa”.

Criada para aproximar as raízes e as referências sonoras da cultura negra das produções das periferias da cidade, a iniciativa revela novas facetas da realidade artística do morro com a participação ativa das comunidades. A cada edição, a banda Black Machine convida um artista local para apresentações conjuntas. Os shows acontecem dentro das comunidades em que o artista convidado está inserido. Os músicos selecionados são definidos pela curadoria do projeto na fase de pré-produção. A partir desses encontros, são desenvolvidos registros audiovisuais do show de encerramento que será disponibilizado virtualmente para acesso gratuito e um documentário sobre o processo de criação do disco.

 

O projeto itinerante acontece todo último domingo do mês, uma parceria com a Meraki Produtora e com o estúdio Skilo Produtora de Áudio. O conceito é abarcar diferentes gêneros musicais, dentro da cultura negra, como: samba, funk, soul, reggae, ritmos latinos, entre outros. Também foi pensado para receber amantes da música negra de qualquer canto da cidade.

 

De acordo com Rafael Carneiro, guitarrista da Black Machine e um dos idealizadores do Black na Laje, o projeto oferece possibilidades artísticas onde música, arte, cultura e entretenimento tem encontro marcado com várias comunidades periféricas. “Assim, conseguimos estimular a interação sociocultural e preparar terreno para novas produções e fusões musicais. Quem participa, passa a reverberar a ação e a interagir com artistas que circulam em outras regiões, divulgando trabalhos, vendendo discos, formando novas parcerias”, afirma.

 

 

Sobre o Back na Laje

 

O Black na Laje é uma iniciativa da banda Black Machine, conhecida no cenário funksoul de Belo Horizonte e entorno. Nascida em 2017, a proposta cria e reinventa novos espaços e paisagens sonoras com a fusão entre as possibilidades da música negra e a participação ativa de artistas da periferia. A ideia envolve a celebração do encontro entre a diversidade e a pluralidade, novas composições e a oportunidade para artistas locais de expressar a sua história e realidade. Neste sentido, o projeto funciona como uma importante ferramenta de inclusão social e também reforça a identidade cultural destas regiões de grande vulnerabilidade social.

 

A temporada 2017 contou com nove edições, incluindo gravação de videoclipes de um artista pertencente à comunidade, shows dentro das periferias e a gravação de single em estúdio. Produzido com recursos dos integrantes e amigos do grupo, o projeto ganhou repercussão.

 

Em 2018, o Black na Laje foi contemplado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e patrocinado pelo Natura Musical.

 

Até outubro, o Black Machine convida artistas da periferia da Grande BH. O intuito é romper os limites da capital e realizar o projeto de forma itinerante – abarcando seis cidades da região metropolitana – para revelar as iniciativas culturais produzidas no interior do estado. Todo último domingo do mês contará com uma atração diferente nas comunidades de origem do artista convidado.

 

 

Temporada 2017

 

BLACK NA LAJE #1 – Morro das Pedras – Mano Coti e Black Machine

A primeira edição do Black na Laje foi no Morro das Pedras, na região oeste de Belo Horizonte, com um encontro entre o Black Machine e o rapper Mano Coti, em fevereiro de 2017.

https://www.youtube.com/watch?v=qRCMR7PCR6M

 

A segunda edição foi realizada no Taquaril, na Casa do Hip Hop, com o Rapper Blitz, em março.

 

BLACK NA LAJE #2 – Taquaril feat Rapper Blitz e Black Machine

https://www.youtube.com/watch?v=apUkNPpRwV4

 

 

Em abril foi a vez de Jimmy Negueb soltar o recado, na Ventosa.

BLACK NA LAJE #3 – Ventosa feat Jimmy Negueb e Black Machine

 

BLACK NA LAJE #4 – Serra feat Teffy Angel, Fernanda Fernandes e Black Machine

A quarta edição, promovida no Aglomerado da Serra em maio deste ano, contou participação de Fernanda Fernandes e Teffy Angel. https://www.youtube.com/watch?v=hyyn2g2UYvE

 

BLACK NA LAJE #5 | Pe. Eustáquio | feat Rapper Budog, Daniel Rodrigues e Black Machine.

https://www.youtube.com/watch?v=m0H3Y8n1g84

 

O BLACK NA LAJE #6 | Morro do Papagaio | feat Desde Muleke e Black Machine: https://www.youtube.com/watch?v=53AuM99LATE

 

BLACK NA LAJE #7 | Jardim Leblon | feat MC Lucas LV e Black Machine

https://www.youtube.com/watch?v=iue-2i-yPiQ

 

BLACK NA LAJE #8 | CONJUNTO SANTA MARIA | FEAT JEFFERSON CIRÍACO

https://www.youtube.com/watch?v=EMmTKewRTJA

 

 

Sobre o Black Machine

 

Formado em 2008 por veteranos da cena da música negra belo-horizontina, o Black Machine começou como um projeto paralelo de seus integrantes, que se reuniam para tocar “o que gostavam”. O repertório da banda inclui clássicos do funksoul de todas as épocas como James Brown, Stevie Wonder, Tim Maia, The Meters, entre outros. “A proposta era levar diversão ao baile, fazer o pessoal dançar muito e extravasar”, diz o vocalista Blecaute.

 

Em 2016, no entanto, o grupo amadureceu e decidiu adentrar o universo autoral. Além de “Paraná com Tupis”, primeiro single da banda, o Black Machine conta com várias composições próprias. Em 2017, o grupo lançou um EP em formato de vinil, com gravação 100% analógica, com duas faixas: Ver Brilhar e Novidade. Em seguida, as músicas ganharam videoclipes com ampla divulgação nas redes sociais e lançamentos em conhecidos espaços culturais de Belo Horizonte.

 

Proponente do projeto Black na Laje, o grupo pretende celebrar a influência do soul em seu trabalho autoral a partir da organicidade e fusão com ritmos brasileiros e do contato com as comunidades de Belo Horizonte e Região Metropolitana. “A gente quer refletir vivências e lembranças dos bailes clássicos, dialogando ao mesmo tempo com os caminhos atuais percorridos pelos diversos estilos da música negra”, afirma Rafael Carneiro.

 

 

 

 

Serviço:

Entrada franca

 

Assessoria de imprensa: Amora Comunicação

Marcela Haddad: 31. 9 9749 4468