As melhores sitcoms da atualidade são criadas e estreladas por mulheres



As séries cômicas –comumente chamadas de sitcoms, uma abreviação em inglês de “comédia de situação”– surgiram ainda na década de 1950, nos primórdios da TV americana. O primeiro título do gênero a repercutir no mundo inteiro foi “I Love Lucy”, vagamente inspirada na vida de sua protagonista, Lucille Ball: tanto a atriz quanto a personagem eram casadas com um artista cubano.

Ball também era uma das produtoras do programa, e exerceu controle criativo sobre todas as suas diversas variantes. Mas não era roteirista, assim como Mary Tyler Moore –outra estrela que produziu sua própria sitcom, “The Mary Tyler Moore Show”, um fenômeno de audiência na década de 1970.

Mais mulheres poderosas vieram depois, como Roseanne Barr, criadora e roteirista de “Roseanne”, sucesso dos anos 1990. Esses casos isolados tornaram-se mais frequentes depois que Tina Fey, atriz e roteirista do “Saturday Night Live”, deixou o humorístico em 2006 para criar e estrelar sua própria série: “30 Rock”, que durou sete temporadas e ganhou 16 prêmios Emmy.

Fey interpretava uma versão exagerada de si mesma, a atrapalhada roteirista Liz Lemon, que trabalhava num programa semelhante ao “SNL” na mesmíssima emissora, a NBC. E acabou dando o mote para várias outras atrizes-roteiristas que seguiram seu exemplo: séries com muitos elementos autobiográficos, sem medo de fazer rir da dor e delícia da condição feminina.
Leia mais (08/20/2020 – 14h43)

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