Aparelhos auditivos usam inteligência artificial e até identificam quedas



Se celulares, TVs e eletrodomésticos evoluíram e ficaram mais “smarts” nos últimos anos, era de esperar que aparelhos auditivos também se modernizassem e atraíssem até quem reluta em usá-los.

Os modelos mais atuais, digitais, podem ser programados pelos fonoaudiólogos pelo computador para atender as necessidades de cada usuários e incluir inteligência artificial, conectar-se ao celular, à televisão e ao carro e até avisar sobre quedas.

Os aparelhos antigos, analógicos, precisavam ser ajustados diretamente pelos médicos e só amplificavam os sons. Na prática, ao aumentar sons agudos, eles também aumentavam os graves, mantendo a dificuldade de usuários escutarem a frequência sonora afetada pela perda auditiva.

“Os aparelhos com inteligência artificial são micro computadores com capacidade de armazenar dados sobre como o paciente fazem ajustes em cada ambiente. O aparelho registra o tipo de volume em determinados locais e aprende com isso”, afirma a fonoaudióloga e gerente de produtos do Grupo Sonova, Michelle Queiroz.  
Leia mais (12/15/2019 – 04h13)

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