Ana Marcela, que previa fim da 'vida útil de atleta' em Tóquio, após ouro foca Paris-2024



George Cunha, 63, conta ter tido a sensação de déjà-vu ao falar pela primeira vez com a filha Ana Marcela Cunha, 29, horas depois da conquista do ouro na maratona aquática nos Jogos de Tóquio, na última terça-feira (3).

Quase dez anos antes, em 19 de julho de 2011, o pai da nadadora precisou dizer mais do que palavras elogiosas ao término da prova de 10 km no mundial de Xangai. Ana Marcela terminou na 11ª colocação, mas somente as dez primeiras colocadas asseguraram vaga para Londres-12. Foi o maior baque da carreira.

“Foi o momento mais doloroso da nossa família. Ficamos perdidos, faltou chão. Quando fui tentar falar com ela, ela me surpreendeu ao dizer: ‘Pai, ainda não terminei o que vim fazer aqui?”, conta à Folha.
Leia mais (08/04/2021 – 20h12)

Fonte do link

Compartilhe: