Alter do Chão vive pressão imobiliária em áreas de proteção ambiental



Alvo de incêndios que tomaram a região amazônica neste ano, o balneário de Alter do Chão, no Pará, vive um cenário de devastação de áreas de proteção ambiental, pressão imobiliária e disputas em torno de uma legislação que permitiria a construção até de edifícios nas margens do rio Tapajós.
 
O balneário de 6.000 habitantes ?que fica a 38 km da zona urbana de Santarém, oeste do Pará? é um dos principais destinos turísticos da Amazônia e chega a reunir até 100 mil visitantes na alta estação.
 
É conhecida por suas águas cristalinas, que lhe renderam o apelido de “Caribe brasileiro”, pelas áreas de floresta e pela forte influência da cultura indígena. Desde meados dos anos 1990, passou a atrair todos os anos hordas de turistas, sobretudo de São Paulo.
 
Os recentes incêndios, contudo, acenderam o alerta da comunidade e das autoridades para uma possível nova ofensiva sobre áreas de proteção ambiental deste paraíso amazônico.
Leia mais (11/25/2019 – 16h00)

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