Alambique no interior de SP investe na pureza para produzir cachaça de alta qualidade



A cachaça é tão presente no cotidiano do brasileiro, que talvez nenhum outro substantivo tenha tantos sinônimos dentro da língua portuguesa. Você pode gastar todo o abecedário. Sempre vai haver uma opção desde A até Z para pedir uma água-que-passarinho-não-bebe. Do Oiapoque ao Chuí são dezenas de nomes para apelidar aquela branquinha: assovio-de-cobra, bafo-de-tigre, café-branco, desmanchadeira, engasga-gato, faz-xodó, goró, homeopatia, imaculada, já-começa, limpa-olho, mangaba, nó-cego, otim-fim-fim, pela-goela, querosene, retrós, sete-virtudes, três-martelos, uca, veneno, ximbica e zinabre.
Leia mais (09/17/2019 – 13h00)

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