Agostinho Patrus diz que falar sobre eleição agora 'é cometer um crime'


“Pensar na eleição em um momento como esse é, no mínimo, cometer um crime”, disse o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Agostinho Patrus (PV), ao ser perguntado em entrevista no Café com Política desta quarta-feira (24) sobre a possibilidade de ser candidato a vice-governador do Estado nas eleições do próximo ano. 

Ele foi questionado sobre essa possibilidade tanto em uma chapa com o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), que é cotado para disputar o governo de Minas, quanto em uma aliança com o governador Romeu Zema (Novo), que deve buscar a reeleição no Estado. 

 

No entanto, o presidente do Legislativo desconversou, sem confirmar ou descartar a possibilidade, dizendo que ainda é cedo para tratar das eleições de 2022. “Isso é muito cedo para ser tratado. Ninguém é candidato a vice-governador”.

Disse ainda que faz parte de um grupo político do qual também é parte o prefeito de Betim, Vittorio Medioli (PSD), e que esse grupo ainda definirá os rumos que serão adotados no próximo pleito. “Nosso grupo tem o prefeito Vittorio Medioli e também outros parlamentares, outros amigos também, e em um trabalho em conjunto, vamos definir à frente para onde vamos caminhar e como vamos estar nas próximas eleições”.

Mas, frisou que o momento agora é de resolver a pandemia de Covid-19, que atualmente chegou à situação mais grave em Minas Gerais desde o ano passado e, posteriormente, focar na recuperação econômica do Estado. 

“O que me preocupa agora, acima de tudo, é a questão da pandemia, é o número de mortes crescente em Minas Gerais, são as notícias que nos chegam de que está faltando atendimento e que pessoas estão morrendo sem atendimento médico, sem CTI, sem UTI, e agora os leitos de enfermagem também começam a ficar escassos. Isso é o que nos parte o coração e, depois de, se Deus quiser, vacinarmos todos os mineiros, pensar na retomada econômica”, disse.

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