A estatística estapafúrdia do que já era sem ainda ser



Por uma conjunção feliz de semestre sabático, ciência e vacinas, pude vir passar o aniversário da minha filha com ela, no Rio, precedido, num duplo golpe de sorte adicional, pela sua formação como cientista política e pelo nascimento da afilhadinha dela, Luna. Nascimentos são sempre mágicos: aquele instante em que a gente para de achar a vida algo perfeitamente normal e se dá conta de que gerar uma vidinha nova é realmente fabuloso. Além disso, descobrir-se não mais estudante, e sim mais um indivíduo supostamente produtivo no planeta, é algo que convida pausa para reflexão.
Leia mais (11/01/2021 – 19h39)

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